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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

De volta ao VOX!

15 anos depois daquele 1998 conturbado, volto a tocar no VOX!


Achei que ia dar tempo e ânimo de postar coisas legais aqui, mas a divulga ficou pronta em cima da hora.

Mas a noite vai ser boa e de tudo vai rolar (menos B.B. King).

segunda-feira, 15 de abril de 2013

DeFalla: o show do ano em Curitiba? Façam suas apostas!

Se a preguiça não me matar, vou terminar um texto falando sobre o acontecido. Mas acho que esse vídeo meio que é autoexplicativo.

É REPELENTE!



O vídeo foi gravado pelo jornalista Marcos Anubis do site Cwb Live, está no canal http://www.youtube.com/cwblive. Eles fizeram uma baita cobertura e tem vários vídeos lá.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Defalla e Ferryboat em noite de travessia

Jokers abriga noite de festa com show histórico, lançamento de novo selo curitibano e estreia em disco. Retorno da banda gaúcha promete atrair muitos fãs.

O músico, compositor e produtor Luiz Ferreira foi fundador de três bandas seminais da música paranaense – Contrabanda, Beijo AA Força e Maxixe Machine. Após 33 anos na estrada, resolveu realizar aquilo que pode ser chamado de um projeto pessoal. Uma verdadeira travessia.


Ferryboat

O resultado da empreitada é a banda Ferryboat. Ferreira teve a ideia do nome para o novo projeto devido ao primeiro registro ter sido gravado no litoral, para onde o músico deslocou equipamentos de estúdio, instrumentos e os demais integrantes. Para a gravação, convidou os experientes Carlos Alberto Lins (Opinião Pública, Gruvox, Maxixe Machine) e Rolando Castelo Júnior (Aeroblus, Made in Brazil, Patrulha do Espaço) que assumiram baixo e bateria, respectivamente. Ferreira lidera o time nas guitarras e vozes. Assim nasceu o álbum de estreia Dez Dias na Praia, que tem seu lançamento nesta noite de sexta. Já para o show, o Ferryboat mudou a tripulação, deslocando o multi-instrumentista Carlos Alberto para a bateria e convocando Angelo Stopraro (Macumbaria) para o baixo.

Defalla a todo vapor, DJ consagrado e novo selo incrementam a festa

Não param na nova banda as novidades que Ferreira apresenta nesta sexta no Jokers Pub. Além do novo grupo, está lançando seu próprio selo/gravadora, a StereoToaster Records, e convidando para a noitada ninguém menos que seus velhos amigos do Defalla e o DJ Ivanovick.


Defalla

A cultuada banda gaúcha realiza uma travessia ao contrário, voltando com sua formação clássica, dos dois primeiros álbuns (Papaparty, 1987; e It’s Fucking Boring to Death, 1988), com Edu K nos vocais, Castor Daudt na guitarra, Flávio Flu Santos no baixo e Biba Meira na bateria. O repertório do show inclui todos os temas destes dois álbuns iniciais e algumas canções do disco Kingsofbullshit (1992). O primeiro retorno se deu em São Paulo, em festa que reuniu a antiga banda de Ferreira - Beijo AA Força - e o Defalla, no Sesc Belenzinho, em 2011. Desde então os gaúchos vêm se apresentando esporadicamente, até que decidiram se reunir de vez para gravar algo novo, ainda este ano.

StereoToaster Records

Pode-se dizer que a StereoToaster Records é um passo adiante do site StereoToaster, onde Luiz Ferreira mantém há cinco anos músicas de todos os tempos de suas parcerias e produções, grande parte delas realizada na Grande Garagem que Grava, misto de estúdio, auditório e produtora que manteve de 2005 a 2011. São dezenas de álbuns para baixar, de forma gratuita e autorizada, no stereotoaster.com.br. O selo/gravadora, entretanto, pretende trabalhar com uma “carta” reduzida de artistas - três ou quatro no máximo - agilizando assim projetos e produções futuras, com a qualidade necessária.

Dj Ivanovick

Antes, nos intervalos e depois das bandas, o concorrido DJ Ivanovick (Festa Tirana) agita a pista de dança do Jokers.

Serviço:
Show com Defalla e Ferryboat
Pista: DJ Ivanovick
Data: 12 de abril, sexta.
Hora: 22 horas
Local: Jokers Pub (Rua São Francisco, 164)
Ingresso: R$40 (antecipados a R$20).
Informações: 3324-2251 / jokerspub.com.br.
Fotos: Divulgação
Assessoria: Ateliê de Redação (41 - 9982-0733)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

DeFalla + Farryboat + Dj Ivanovick (eu!) no Jokers, sexta dia 12/04

Esse é o tipo de coisa que a gente fica feliz só de imaginar: discotecar no show de umas das bandas mais importantes do rock nacional e, principalmente, da minha vida.


FESTA DE LANÇAMENTO DO SELO STEREO TOASTER

DEFALLA
Para o lançamento foi convidada a banda gaúcha DEFALLA, Com influências de hard rock, punk rock, funk, rap, heavy metal e outras misturas mais, o DEFALLA, de 1984, quebrou paradigmas e abriu espaço a uma geração de músicos e bandas, como Pavilhão 9, Ultramen, Patu Fu e Planet Hemp. O DEFALLA vem a Curitiba com a formação clássica que gravou seu premiadíssimo primeiro álbum, “Papaparty” (1987), base do repertório a ser apresentado no Jokers.
A todo vapor e preparando disco novo, vão apresentar as canções que marcaram sua trajetória.
Ouça e veja Defalla: olelemusic.com.br

FERRYBOAT
É o projeto solo do principal compositor musical da seminal banda oitentista curitibana BEIJO AA FORÇA, o guitarrista Luiz Ferreira.
A banda estreia lançando o cd 10 DIAS NA PRAIA, com referências blues, pop, rock e bossa. Uma edição de luxo, semi artesanal limitada a 300 exemplares produzido pelo selo Stereo Toaster.
A banda reúne três grandes nomes da música paranaense: Luiz Ferreira (Guitarra e voz); Carlos A. Lins (bateria) e Angelo Stopraro (Baixo).
Ouça e veja Ferryboat: rockferryboat.blogspot.com
www.stereotoaster.com.br

SERVIÇO:
Data: 12 de abril, sexta.
Hora: 22 horas
Local: Jokers Pub (Rua São Francisco, 164)
Ingresso: R$40 (primeiro lote de 150 ingressos antecipados a R$20).
Venda antecipada:
Jokers, R. São Francisco, 195
Lado B - R Inacio Lustosa, 517
Parangolé Café - R. Benjamin Constant, 400
Informações: 3324-2251

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Curitiba não tem mar, mas tem bar... até na lua

A atração dos curitibanos pela boemia é propalada e reconhecida, principalmente pelos boêmios, claro. Segundo Paulo Leminski, beber seria uma questão de legítima defesa, mas para ele acabou por abreviar a vida. Seria legítima defesa da vida em si?

Mas bar não é só bebedeira ou autodestruição, é um espaço de socialização e de fuga ao mesmo tempo. Você se junta com uma porção de gente para sair da realidade, ou pelo menos para alcançar um novo ponto de vista sobre as coisas.

Mesmo que isso lhe renda um baita ressaca no dia seguinte, mas aí já é outro dia...

Bom, o Tatára é um figuraça, um lutador, um militante dessa cultura botequeira. Conheci ele e seu bar há uns dez anos, na época ficava nas Mercês. Hoje é no Água Verde. Ele diz que tem bar há 40 anos, não duvido.

Mistura de anfitrião e poeta louco, o coroa manda muito bem na simpatia e na criatividade. Abre espaço nas segundas para música autoral, reunindo um punhado respeitável de artistas amadores.

Dessa segunda autoral nasceu o espetáculo Juntando Gente, que eu filmei e fotografei semana passada no teatro do Portão Cultural. Abaixo o vídeo de Bar na Lua, uma espécie de hino do Tatára. Vida longa ao Bardo!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Grande Festa Vox Urbe – 31 de maio de 2011 – Terça – 21 horas



O Wonka Bar apresenta nesta terça feira, 31 de maio, a primeira Grande Festa Vox Urbe, em um grande encontro de mídias que giram em torno da poesia. O Evento conta com recital dos poetas Ricardo Pozzo, Adriano Smanioto, Rubens K e Cesar Felipe Pereira, acompanhados pela banda paulista Komby 66. Durante a festa, serão exibidos trabalhos de videoarte de Guilherme Giublin e a pista será animada pelo tradicional DJ Ivanovick (Festa Tirana e Clube do Vinil). Os shows musicais terão os clássicos do funk instrumental da Komby 66 e o rock poético-ruidoso da banda Gruvox. Nas paredes, Ricardo Pozzo expõe seu trabalho fotográfico. O Vox Urbe é um evento de poesia que o Wonka promove todas as terças feiras, desde 2010 e está completando um ano.

Serviço: Grande Festa Vox Urbe! Poesia|Shows|Foto|Vídeo|Pista. 31 de maio. Terça-feira. 21 horas – R$5. Wonka Bar. Trajano Reis, 326. Foto: Simon (London, UK).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Discoteco junto com Lu Padilha quinta na @Jamessessions com Show da Lasttape

Show com a banda Lasttape
+
Abertura da exposição Doído, por Diogo Cesar

DJs: Ivanovick (rádio tirana) + Lu Padilha

DOUBLE DRINK* a noite toda
*destilados nacionais

R$ 10
lista amiga até as 18h do dia: lista@barjames.com.br

VÁ DE BIKE E PAGUE MEIA!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

João Triska volta ao Café Parangolé nesta quinta-feira


João Triska, artista curitibano de nascença e de coração, no anseio de conhecer outros povos e desbravar novos horizontes, largou-se a viajar pela América Latina com sua viola nas costas.

Suas experiências pelo Novo Continente fizeram-no compreender o valor e a riqueza das culturas populares e ancestrais de povos que vivem nos países pelo qual passou: Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile e Brasil.

Inspirado pela magia do continente, João Triska compôs músicas que celebram a natureza, as cosmovisões e as lendas das culturas paranaense e latino-americana.

O show "Quando Triska Sai Faíska" revela canções de autoria próprias, numa sonoridade influenciada por diversos elementos da cultura latina, onde além de explorar o cristalino som instrumental da viola caipira e das vozes, realiza a poesia, o pensar filosófico e o sentir místico.

A apresentação contará com a participação dos músicos, amigos e parceiros César L. Miguel – baixo elétrico e voz - e Felipe Mery - percussões, flautas e voz - acrescentando novos elementos rítmicos, fraseados e melodias que dialogam com o som da viola e com as melodias vocais.

www.myspace.com/joaotriska

Serviço: Show "Quando Triska sai Faíska"
Quinta-feira, 19 de maio, a partir das 20:30 h.
Ingresso R$ 5,00
Rua Benjamin Constant, 400, Centro - Curitiba

João Triska: viola caipira e voz
César L. Miguel: baixo elétrico e vocais
Felipe Mery: percussões, flautas e vocais

terça-feira, 17 de maio de 2011

CULTURA É CRIME: Prefeitura agradece os 12 anos de Beto Batata com truculência policial

Via: http://culturafazdiferenca.blogspot.com - Blog da Ana Carolina Caldas


Truculência policial expulsa freqüentadores do Beto Batata. Motivo: a música

Mais uma vez o Robert Amorim, proprietário do espaço Cultural Beto Batata, neste último sábado fez como todos os dias: abriu suas portas para oferecer ao público curitibano diversidade e qualidade cultural. Além da boa música, o Espaço Cultural Beto Batata realiza exposições fotográficas, lançamentos de livros, recitais, entre outros, sempre garantindo espaço para a arte local. Ele emprega mais de 60 pessoas, entre funcionários e músicos. No ano passado, a espaço foi usado pela Prefeitura de Curitiba para atrações da Virada Cultural. Porém, às vésperas de completar 12 anos de incentivo à cultura curitibana, recebeu da Prefeitura de Curitiba um presente no mínimo curioso. A mesma Prefeitura que usou seu espaço, lhe preparou uma surpresa: 15 viaturas policiais chegaram no estabelecimento, policiais militares entraram no local, notificaram o proprietário. Motivo: a música. Esta mesma música que serviu bem à Prefeitura no ano passado foi o motivo para o filme de terror que se desenrolou nos minutos após. Robert Amorim relata que no momento que a polícia chegou, havia em torno de 150 clientes no local, entre eles crianças e idosos. “A ação feriu o direito constitucional”, disse ele. As pessoas foram retiradas em meio à chuva. Para Amorim, foi uma arbitrariedade. Além dos presentes, acontecia no bar um aniversário de 15 anos. Talvez a aniversariante não tenha gostado também do presente. As mesmas 15 viaturas que fiscalizavam o barulho saíram com as sirenes ligadas, terminando o “espetáculo”. A ação foi realizada pela AIFU – Ação Integrada de Fiscalização Urbana, formada pela Polícia Militar e Guarda Municipal.

Na tarde deste domingo vários artistas e músicos que já usaram o espaço para apresentar seu trabalho foram até o bar realizar uma manifestação contra a truculência da polícia militar. Os artistas pedem retratação por parte da Prefeitura.

A pergunta que se faz é: Para a Virada Cultural, evento organizado pela Prefeitura, o espaço servia? A cultura de Curitiba foi tratada como um crime neste sábado, dia 14 de maio de 2011.

Os: Uma das ultimas novidades do Beto Batata é um espaço voltado para arte infantil. Espero que as crianças que desde cedo estão desfrutando deste espaço, não presenciem mais atos como este. Que as crianças possam ser felizes no Beto Batata! E que elas aprendam que ser feliz é seu direito e ninguém pode desrespeitá-lo. Que as crianças que já inventam suas mirabolantes obras de arte com sucatas, tinta e pincel lá no Beto Batata possam continuar freqüentando este espaço que é patrimônio da cidade.

Ana Carolina Caldas, jornalista, mestra em História e pedagoga. Frequentadora há uns bons anos do Espaço Cultural Beto Batata.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Língua Madura, pérolas ao vento ou para poucos

Estivemos na sexta-feira passada no Beto Batata, lugar deveras agradável, aliás, para conferir o Língua Madura, que é um grupo, digamos assim, musical. Já tinha visto eles cantarem em festas e pequenas apresentações que precederam o lançamento do "Songbook", que é um CD duplo com letras, partituras e cifras.

O fato é que o grupo reúne talentos muito fortes. O poeta Antônio Thadeu Wojciechowski; o compositor  Octávio Camargo; e a cantora Bárbara Kirchner. Artístas dedicados que mergulharam fundo na maior viagem possível: a alma humana. O resultado são dezenas de canções de uma beleza incômoda de tão real. Não há firulas, o resultado final é simples e cristalino.

Das fotos que tirei, essa é a única em que o Octavio aparece.

Também filmei uma das canções. Tirando a tremedeira do amadorismo, dá para ter uma breve idéia do que essa obra representa.



Eu só acho triste que uma obra dessa densidade fique restrita a alguns círculos aqui em Curitiba. Merecia muito mais.

Mas vamos aproveitar. É mais que nada, como diz o Thadeu.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Clube do Vinil especial, com Sotak Jazz Trio nesta quinta!

Tudo começou com uma sobreposição da agenda e vai terminar com uma baita festa, repleta de atrações.

Nesta quinta, teremos o Clube do Vinil, com os discos e toda a curtição da festa que já é tradicional. Pra completar, teremos a apresentação do Sotak Jazz Trio com o Paulinho Branco e filhos moendo tudo.

Vale a pena conferir! Chegue cedo que vai lotar!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Clube do Vinil semana que vem (e agora duas por mês)

A festa está ficando melhor a cada edição. Mais gente, mais discos, mais animação! Estamos cogitando aumentar a frequência... então em abril vamos fazer duas! Uma é na primeira quinta-feira, dia 07; a outra será numa quarta, dia 20, que é véspera de feriado.

Existe a possibilidade de mantermos duas por mês, quem sabe toda semana... vamos vendo!


Bom, o esquema vocês já sabem. A gente arma o toca discos, eu levo os meus, e quem quiser leva os seus e a gente vai ouvindo. Funciona bem!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Nesta quinta, mais uma edição do Clube do Vinil no Café Parangolé


O Clube do Vinil é uma festa mensal comigo, Dj Ivanovick, para resgatar o prazer de ouvir e manipular discos de vinil.

A idéia é incentivar as pessoas a tirar do armário seus discos antigos e levar para ouvir no bar. Ligamos um toca discos no salão do bar. Apesar da noite ser comandada por um DJ, não será feita discotecagem. Será somente uma pic up, pois a idéia é ouvir mais de uma música de cada disco, quando possível, ouvir um lado ou até o disco inteiro.

Eu levo boa parte de minha coleção que inclui muitos discos do Roberto Carlos, Chico Buarque, Sá e Guarabira, Belchior, Fagner, Cartola, João do Vale, Ismael Silva, entre outros, além de muito rock dos anos 80 como Cure, Smiths e Echo and The Bunnymen; além dos nacionais, Ultraje a Rigor, Patife Band, Barão Vermelho, etc. Sebos e colecionadores também levam discos para expor e vender.

Ah, apareça e leve seus discos!

Serviço: Clube do Vinil
Quando: Quinta-feira, 03 de março, a partir das 19 horas
Onde: Café PArangolé
Rua Benjamin Onstant, 400, Centro, Curitiba.
Entrada: R$ 5,00

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Festa Tirana no sábado, quinta que vem Clube do Vinil

É engraçado essas duas festas ficarem assim próximas, pois elas são muito diferentes. São estilos, público e formatos diferentes. O que há em comum é que ambas são festas de celebração da música como forma de arte e diversão.


A Tirana rola desde 2007 no Wonka Bar. Tocamos basicamente rock alternativo independente e música eletrônica underground. 


Já o Clube do Vinil, acontece no Café Parangolé desde o fim do ano passado na primeira quinta-feira do mês. Como o nome sugere (hehe) a gente só toca vinil, e não tem discotecagem em si, pois a idéia é ouvir os discos, enão a gente escolhe um de cada vez e deixa rolar duas, três música; às vezes um lado inteiro. 

Nesta festa acaba prevalecendo o samba e a música popular brasileira, mas também rola rock principalmente dos anos 80. Incentivamos as pessoas a levarem seus discos para ouvir no bar, e há presença de sebos vendendo discos. 

Se tiver por ai, apareça!



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Palavras Palabras: Lota Moncada no Café Parangolé


 Lota Moncada é artista latino-americana, dedicada ao teatro e à literatura. Chilena, viveu sua infancia no Uruguai, e atuou por muitos anos no Teatro Paranaense, recebendo diversos prêmios por sua atuação como diretora e atriz.

Atualmente mora em Porto Alegre, e estará em Curitiba comemorando suas recentes premiações em produções poéticas e lançando a antologia O segredo da crisálida, da Editora Andross.

Os músicos Rosana Barroso e Gegê Felix realizarão intervenções musicais durante o evento.

Serviço: Recital Palavras Palabras com Lota Moncada

Música por Rosana Barroso e Gegê Felix
Data: Quinta-feira, 17/02, 20 horas
Local: Café Parangolé, Rua Benjamin Constant, 400, Centro
Entrada: R$ 6,00
Produção executiva: Rosana Barroso e Ana Lucia Bueno

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Fotos do Show do Manu Chao em Guaratuba



Várias coisas me surpreenderam nesse show. O lugar (Curaçao) é bem melhor do que eu imaginava. Tirando a brita no chão da arena que insistia em entrar no meu chinelo e o preço da cerveja, o resto era bem razoável. Também não esperava que tanta gente (calculo umas 3 mil pessoas) gostassem tanto do malukete ao ponto de cantar junto a maioria das músicas.

Já tinha lido que o show era muito energético (digamos assim). Mas eu não esperava que fosse tanto. Começou às 15 pra uma da manhã. Eram 3 horas quando a Ju estava dormindo em pé e decidimos voltar pra pousada. Quem ficou até o fim disse que teve mais meia hora ainda, o que nas minhas contas completa quase três horas.

Além da energia, a deferência do cara com o público é sensacional. As três primeiras canções (que eu não conhecia) foram em português, praticamente sem nenhum sotaque. A formação chamada de intimista na imprensa, violão, guitarra e bateria, estava mais pra crua e econômica.

Apesar do Manu Chao trabalhar um turbilhão de influências ibéricas e latino americanas, ao vivo tudo fica muito simples. O bumbo marca o tempo exato no 4x4, o violão do Manu faz a base e o violão ou guitarra do excelente Madji passeia por sobre a base em riffs e solos de forte influência caribenha e do flamenco. Ocasionalmente a bateria acelera ou dobra indo para o hardcore, e aí e melhor estar disposto a se acotovelar, pois a galera pogou a valer.

Durante o show eu fiquei pensando, esse cara é único e ao mesmo tempo é uma necessidade histórica para o nosso continente. Pois não há nenhum outro artista que consiga falar com toda a América Latina e boa parte da Europa de maneira tão intensa. Mercedes Sosa e Shakira não contam!

Foi obvio, mas digno de nota, quando ele tocou Clandestino a comoção foi geral. Praticamente nem precisava cantar. No refrão entrava para alterar as nacionalidades incluindo o Brasil e reforçar o "ilegal". Arrepiante.

Nesses tempos de integração e de avanços políticos e sociais na nossa américa, artistas como Manu Chao deveriam existir às dúzias e o pior é que eles existem. É uma pena que o Brasil fique meio que de costas para a américa latina. Bersuit Vergabarat, Aterciopelados, Molotov, Amparanoia, Sumo, Divididos, Café Tacvba, e tantas outras bandas fundamentais são praticamente desconhecidas por aqui. É uma pena. Perdemos todos.