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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Minhas fotos da Marcha das Vadias



Manifesto da Marcha das Vadias de Curitiba

“A Marcha de todas as bandeiras”

O Movimento Slutwalk surgiu no Canadá, no início de 2011, e ganhou o mundo levantando a bandeira contra a culpa da mulher em casos de agressão sexual.

Em Curitiba, a organização da Marcha tem gerado calorosos debates. Muitos jovens, mães de família, políticos, têm expressado a compreensão da urgência em se realizar um ato a favor do RESPEITO. O respeito ao outro, personalizado na mulher, na criança – em todas as vítimas de agressão que todos os dias são atendidas em delegacias e hospitais. O respeito à todas as vítimas anônimas, humilhadas, abandonadas e destruídas. Infelizmente a civilidade curitibana não afastou esse fantasma e não podemos mais ser coniventes com todas as formas de desrespeito que presenciamos todos os dias.
Por isso queremos todas as bandeiras na nossa marcha!
* A bandeira da luta contra a violência sexual, a submissão, a exploração do corpo da mulher. A luta contra o conservadorismo que nos diz que, se não quisermos ser estupradas, não devemos provocar.
* A luta contra o moralismo, que nos diz que não podemos usufruir de nossa sexualidade, sensualidade e beleza. Contra o machismo que impede que a mulher seja livre e impõe que seja apenas um objeto.
* O feminismo, renovado, que acolhe as mulheres e orienta na melhor forma de exercer a feminilidade, com força, determinação e respeito.
* A cidadania, que busca a criação de políticas públicas efetivas de proteção aos direitos da mulher, que puna agressores e estupradores.
* O fim do preconceito contra os grupos LGBT, pelo respeito às diferentes formas de orientação sexual.
* A assistência às prostitutas, maiores vítimas de violência e agressão sexual, pelo reconhecimento profissional e por uma condição mais digna, sem exploração.
* O apoio às mulheres agredidas, que tenham a segurança de o Estado irá defendê-las de seus agressores.
Acompanhamos as discussões acerca da dificuldade de ressignificar um termo tão carregado de preconceito, como VADIA, e consideramos que é urgente que todos os nomes pejorativos como puta, biscate, vagabunda, piranha, “mulher fácil” sejam reapropriadas e que a discussão sobre a sexualidade feminina, e tudo o que ela representa, seja pauta política e social.
Se você também não concorda com uma sociedade que aplaude piadas sobre estupro, que segue lideranças que afirmam que, se a mulher foi estuprada, é porque de alguma forma ela consentiu, que banaliza a agressão física, moral e sexual, marche com a gente.
Na “Marcha de todas as bandeiras” traga o seu respeito.
Vista-se como quiser, traga a família, ensine ao mundo que as mulheres devem ser respeitadas.

Diga não à violência!

Mais informações sobre o movimento: www.marchadasvadiascwb.blogspot.com

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fotos do Beijo AA Força e DeFalla no SESC Belenzinho

Falar o que desse show? Perfeito!

Já esperava que o Beijo fizesse um grande show. Conheço o trabalho deles e também os outros projetos como o Maxixe Machine, a Chefatura, GGG, etc. São profissionais na medida do necessário.

Já o DeFalla, bom... nunca se sabe o nível da loucura da gauchada. Mas foi impecável, inesquecível, perfeito.  Fizeram um mix dos dois primeiros discos desfilando os principais clássicos. Ouvir essas canções 25 anos depois serve bem pra medir como o som deles estava (e ainda está) à frente do seu tempo.

Além das fotos fiz alguns videos, que vou editar e postar na sequência.

sábado, 30 de abril de 2011

Fotos do show do Babarito Torres (Buena Vista) no Guairão em Curitiba



Foi punk voltar correndo de um trampo em Ponta Grossa. Cheguei em cima do laço. Bem a tempo de conhecer os cubanos, tirar fotos da Elisa com eles, e tudo mais. Gente maravilhosa. Orgulho de nossa latinamérica!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Fotos do Show do Manu Chao em Guaratuba



Várias coisas me surpreenderam nesse show. O lugar (Curaçao) é bem melhor do que eu imaginava. Tirando a brita no chão da arena que insistia em entrar no meu chinelo e o preço da cerveja, o resto era bem razoável. Também não esperava que tanta gente (calculo umas 3 mil pessoas) gostassem tanto do malukete ao ponto de cantar junto a maioria das músicas.

Já tinha lido que o show era muito energético (digamos assim). Mas eu não esperava que fosse tanto. Começou às 15 pra uma da manhã. Eram 3 horas quando a Ju estava dormindo em pé e decidimos voltar pra pousada. Quem ficou até o fim disse que teve mais meia hora ainda, o que nas minhas contas completa quase três horas.

Além da energia, a deferência do cara com o público é sensacional. As três primeiras canções (que eu não conhecia) foram em português, praticamente sem nenhum sotaque. A formação chamada de intimista na imprensa, violão, guitarra e bateria, estava mais pra crua e econômica.

Apesar do Manu Chao trabalhar um turbilhão de influências ibéricas e latino americanas, ao vivo tudo fica muito simples. O bumbo marca o tempo exato no 4x4, o violão do Manu faz a base e o violão ou guitarra do excelente Madji passeia por sobre a base em riffs e solos de forte influência caribenha e do flamenco. Ocasionalmente a bateria acelera ou dobra indo para o hardcore, e aí e melhor estar disposto a se acotovelar, pois a galera pogou a valer.

Durante o show eu fiquei pensando, esse cara é único e ao mesmo tempo é uma necessidade histórica para o nosso continente. Pois não há nenhum outro artista que consiga falar com toda a América Latina e boa parte da Europa de maneira tão intensa. Mercedes Sosa e Shakira não contam!

Foi obvio, mas digno de nota, quando ele tocou Clandestino a comoção foi geral. Praticamente nem precisava cantar. No refrão entrava para alterar as nacionalidades incluindo o Brasil e reforçar o "ilegal". Arrepiante.

Nesses tempos de integração e de avanços políticos e sociais na nossa américa, artistas como Manu Chao deveriam existir às dúzias e o pior é que eles existem. É uma pena que o Brasil fique meio que de costas para a américa latina. Bersuit Vergabarat, Aterciopelados, Molotov, Amparanoia, Sumo, Divididos, Café Tacvba, e tantas outras bandas fundamentais são praticamente desconhecidas por aqui. É uma pena. Perdemos todos.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vivendo perigosamente, próximo a um psicopata de passarinhos


Esse cara aí vive na minha área. Junto com outros da mesma espécie, e de outras espécies semelhantes frequentam os muros da minha casa, o gramado, o telhado e a árvore de uva japonesa que fica na calçada.

Deve formar casal, acasalar, ter ninho e tudo mais que manda o seu figurino.

Fico com medo, pois abrigo um psicopata em minha casa. Apesar de ter toda comida necessária, o nosso Salen abate sem dó nem piedade alguns desses bichinhos voadores que eu tanto gosto. Além da tristeza que isso causa, ficam penas e vísceras espalhadas no piso do banheiro, às vezes da cozinha.

Lamentável.

sábado, 6 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Fotos da festa na Boca Maldita - DILMA PRESIDENTA!



A minha máquina nova, uma Nikon P100 tem rendido boas fotos. Ainda tenho dificuldades com pouca luz, se subo o ISO as fotos ficam granuladas, se aumento o tempo de expo sai tremida. Mas não ficaram tão ruim, né? Vamos melhorando.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Motel Boys & The Uncle Butcher no Wonka, veja as fotos!



Estive no Wonka na sexta-feira, 12 de março, e conferi mais um show dos Incríveis Motel Boys. O som é paulada, o show você pode ter uma idéia de como é pelas fotos. Alguns problemas com retorno deixaram os piás meio confusos, mas o público não percebeu muito isso.

Depois teve o Uncle Butcher, banda de uma homem só de Marco Butcher (ex-Pin Ups, Butchers Orchestra, mais uma penca de bandas). Muito legal o som, rock do bom, feito por quem tá na estarda há décadas.

Pelas fotos, percebo um certo esgotamento na minha Samsung S85. Vamos tentar por nossas mão sujas numa maquininha melhor nas próximas semanas.